A Via da Simplicidade
«Thoughts, like fleas, jump from man to man, but they don't bite everybody.» Stanislaw Jerzy Lec
Terça-feira, 9 de Outubro de 2012
Domingo, 19 de Agosto de 2012
Tiago Caiado Guerreiro: Corrupção em Portugal
Um video que vale a pena ver/rever e ouvir atentamente.
O dr. Tiago Caiado Guerreiro (Fiscalista) pronuncia-se sobre a corrupção em Portugal.
Afirmando ser o país "o paraíso dos corruptos" refere os "casos de fortunas inexplicáveis e
que continuam por explicar, que apareceram de repente após o exercício
de cargos políticos ou em ligação com o poder."
"Um país onde se pode bater sempre nos contribuintes mas onde se tratam , maravilhosamente, os corruptos."
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Quinta-feira, 16 de Agosto de 2012
Textusa(Blogue): uma lição magistral sobre o aparecimento e justificação de uma profissão emergente, relacionada com a manipulação e distorção da Opinião Pública
Penso e espero não estar a cometer qualquer tipo de ilegalidade, atendendo a que a fonte está bem referenciada e identificada.
Entretanto, atendendo à actualidade do assunto em causa e magistralidade com que está exposto, não resisti à tentação de o divulgar aqui, neste espaço que é meu porque acredito, firmemente, na máxima "Conhecimento é Poder".
Poder para enfrentar e Poder para prevenir.
Pena é que esta jóia, cuja fonte não me admiraria tivesse como proveniência uma cátedra, esteja em inglês...
Façam o favor de ler:
Terça-feira, 14 de Agosto de 2012
"O ESTADO ESMAGADOR"

P. Kuayñchi
...
"Entre os diversos dramas desta crise, existe um que parece
subterrâneo. A esquerda não fala dele porque passou a defender
acriticamente o Estado; a direita porque, quando está no poder, não lhe
convém; os jornais porque não conseguem fazer manchetes.
Mas ele aí está, caído sobre a classe média (quase todos) e, em
particular, abatendo os que trabalham por conta de outrem. Falo dos
impostos.
Todos os dias ouvimos que há pessoas obrigadas a entregar casas à
banca, mas que sabemos sobre os que são forçados a pagar impostos com o
que têm e o que não têm?
Quantas pessoas têm salários e bens penhorados pelo fisco?
Quantos tiveram de ir às poupanças para pagar o IRS?
Dir-me-ão: são ricos! Não são!
Alguns ganham bem, é certo, mas não são ricos. São os que pagam os
impostos que servem para todas as coisas — boas ou más, de subsídios e
pensões às fortunas que o Estado paga a advogados ou a consultores.
Os que são ricos de verdade fazem o chamado planeamento fiscal. Têm
dinheiro para se aconselhar com advogados (alguns serão os mesmos que
escreveram ou idealizaram as leis): as suas casas são de offshores, as
suas vidas são pautadas por todos os cuidados para não pagar; divórcios
simulados, fortunas em nome de mulheres, ex-mulheres, filhos, etc, tudo
com vista a pagar o menos possível e a sacar o máximo nos negócios que
vão fazendo com o Estado.
São, pois, os que trabalham e vivem de um salário acima dos 1500
euros por mês que sustentam o Estado. E este, com as regulações, as
fiscalizações, os cruzamentos de dados, vai progressivamente
extorquindo-lhes mais e mais.
A grande subida começou há 40 anos para pagar (e bem), além das
funções tradicionais do Estado, reformas, pensões, saúde e educação — o
Estado Social. Depois, os impostos pagaram várias festas de obras
públicas, energias renováveis e os célebres “projetos de interesse
nacional”. Agora, servem para equilibrar contas que o Estado pôs no
vermelho.
O IVA subiu de 16% para 23% (ou seja, 44%) em 10 anos. O IRS,
consoante o escalão e as deduções, subiu outra enormidade. As taxas
ocultas na luz, na água, no gás, nas diversas atividades, sejam
profissionais sejam de lazer, são mais do que muitas. O Estado
esmaga-nos e ninguém nos defende, salvo um ou outro suspiro do dr. Paulo
Portas…"
Expresso | sábado, 11 Agosto 2012
Terça-feira, 10 de Julho de 2012
"Debate Pedro Passos Coelho José Sócrates"- passado um ano convém recordar e reflectir
" (...) o senhor não tem outro discurso que não seja acusar-me de ser o responsável pela crise."
José Sócrates
Passou um ano e o discurso do governo de PPC é o mesmo!...
Entretanto, reportando-nos ao inicio desta entrevista e atendendo ao argumento apresentado por PPC sobre a sua falta de experiência governativa e idade este, com toda a naturalidade, estabelece uma comparação entre a sua condição de candidato a Primeiro-Ministro de Portugal e David Cameron, Primeiro-Ministro Inglês.
Influenciada pelas notícias que têm saído a público, sobre a "licenciatura-relâmpago" de um dos membros do actual governo decidi fazer uma pesquisa rápida e deparei com a seguinte curiosidade, na wikipedia:
No perfil de PPC, em Português,na sua biografia não consta a alínea Educação (com detalhes pormenorizados do seu percurso académico), sendo dado único relevo à sua "carreira" política.
Mais preciso mas igualmente confuso, no perfil apresentado em Inglês constam as informações relacionadas com o seu pouco ortodoxo perfil académico que faz referência a uma licenciatura em Economia iniciada em 1999 e terminada em 2001, na Universidade Lusíada.
Ver biografia:
Pedro Passos Coelho (English): Education
Não satisfeita e de algum modo chocada com a comparação algo leviana estabelecida entre as duas situações no que dizia respeito à preparação para o exercício de tão elevado cargo nacional, procurei a biografia de David Cameron e, como se pode depreender, são abismais as diferenças que caracterizam estas duas individualidades, em termos de conteúdos e substância dos respectivos percursos académicos, com todas as consequências - gravosas no caso Português - que daí advêem.
O mesmo se passa com Tony Blair!
A preparação e solidez proporcionadas pelas diferentes étapas da sua formação de vários anos de estudo e reflexão em matérias tais como a Filosofia, Política e Economia dão-lhes um substracto essencial para o cargo que desempenharam/desempenham e a lucidez necessária e suficiente para decidirem de acordo com os projectos políticos que defendem em nome e defesa dos melhores interesses do país que representam.
Conclusão: atitudes de subserviência, submissão e rendição a outros valores e objectivos que contrariem ou se oponham aos seus interesses nacionais são, pura e simplesmente rejeitados e combatidos.
Ver biografia:
David Cameron
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Segunda-feira, 2 de Julho de 2012
Des-Acordo Ortográfico
Já não é só o Centro
Cultural de Belém -- instituição de direito privado, sem tutela pública. Ou
Serralves.
Ou a Casa
da Música. Já não são só a generalidade dos jornais que o ignoram -- Correio da
Manhã, Jornal de Notícias, Público, i, Diário
Económico e Jornal de
Negócios, além da revista Sábado.
Já não só os angolanos
ou os moçambicanos,
que se demarcam! Ou até os macaenses!!!... Sem excluir os próprios brasileiros
- que, esses, continuam a falar e a escrever sem ligarem a qualquer acordo ou
gramática, mesmo que seja a deles!
Por cá também já se perdeu de vez o respeitinho pelo Acordo
Ortográfico. Todos os dias surge a confirmação de que não existe o consenso
social mínimo em torno deste assunto.
São os principais colunistas e opinadores da imprensa
portuguesa. Pessoas como Anselmo Borges, António-Pedro Vasconcelos,
Baptista-Bastos, Frei Bento Domingues, Eduardo Dâmaso, Helena Garrido, Inês
Pedrosa, Jaime Nogueira Pinto, João Miguel Tavares, João Paulo Guerra, João Pereira
Coutinho, Joel Neto, José Cutileiro, José Pacheco Pereira, Luís Filipe Borges,
Manuel António Pina, Manuel S. Fonseca, Maria Filomena Mónica, Miguel Esteves
Cardoso, Miguel Sousa Tavares, Nuno Rogeiro, Pedro Lomba, Pedro Mexia, Pedro
Santos Guerreiro, Ricardo Araújo Pereira, Vasco Pulido Valente e Vicente Jorge
Silva.
É o ex-líder socialista, Francisco Assis, que se pronuncia
sem complexos contra este «notório
empobrecimento da língua portuguesa».
É o encenador Ricardo Pais, sem
papas na língua.
É José Gil, um dos mais prestigiados pensadores portugueses,
a classificá-lo, com toda a propriedade, de «néscio e grosseiro».
É a Faculdade
de Letras de Lisboa que recusa igualmente impor o acordo. Que só gera
desacordo.
Um acordo que pretende fixar norma contra a etimologia, ao
contrário do que sucede com a esmagadora maioria das línguas cultas. Um acordo
que pretende unificar a ortografia, tornando-a, afinal, ainda mais díspar e
confusa. Um acordo que pretende congregar mas que só divide.
Um acordo que está condenado a tornar-se letra morta ... no todo ou em parte
DEPENDE, APENAS, de cada um de nós!
É preciso evitar sermos destruídos por intelectualóides, ignorantes e arrogantes, que procuram a celebridade com palhaçadas, à custa daquilo que Portugal tem de melhor!
E os políticos, com medo de os chamarem ignorantes (que são), alinham com qualquer fantasia que seja apresentada com ares de inteligência!!! ...COITADOS!...
Source: mail
Domingo, 1 de Julho de 2012
O Latim como fonte de Sabedoria
Do Latim:
O vocábulo "maestro" vem do latim "magister" e este, por sua vez, do adjectivo "magis" que significa mais ou mais que.
Na Roma Antiga, o "magister" era aquele que estava acima dos restantes, pelos seus conhecimentos e habilitações.
Por exemplo, um "Magister equitum" era um Chefe de cavalaria e um "Magister militum" era um Chefe militar.
Já o vocábulo "ministro" vem do latim "minister" e este, por sua vez, do adjectivo "minus" que significa menos ou menos que. Na antiga Roma o "minister" era o servente ou subordinado que apenas tinha habilidades ou era jeitoso.
CONCLUÍNDO: O LATIM EXPLICA A RAZÃO PORQUE QUALQUER IMBECIL PODE SER MINISTRO ... MAS NÃO MAESTRO!
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Curiosidades,
Humour
Ouvindo pela primeira vez ... "29 years old and hearing myself for the 1st time!"
Experiência fantástica cujo conteúdo/momento merece ser divulgado.
Sexta-feira, 29 de Junho de 2012
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